Vamos fazer-te uma oferta que não vais conseguir recusar. E essa oferta é juntares-te a nós neste episódio incrível. Porque é isso que vais ter com um orador cativante, um apresentador apaixonado e, claro, um tema muito emocionante entre os dois. Afinal, quem é que não gosta de filmes, certo?

O diretor é Paulo Nunes (CEO da Two Impulse) e a nossa estrela é Kevin Surace, que não é só um grande nome da tecnologia, mas também criador e produtor de teatro da Broadway e de cinema. E, perante essa combinação fantástica, não podíamos deixar passar a oportunidade de lhe pedir a sua opinião sobre o que a IA vai trazer para a indústria cinematográfica.

O Kevin é um inovador do Vale do Silício e líder na aplicação da IA, com 94 patentes a nível mundial, e é reconhecido como o pai do Assistente Virtual. Liderou trabalhos pioneiros no primeiro smartphone com dados móveis, nos primeiros assistentes virtuais com IA e na primeira IA generativa em testes de software. O Kevin participou durante 5 anos no programa Silicon Spin da TechTV e recebeu prémios como o de Empreendedor do Ano da INC Magazine ou o de Melhor Inovador da Década da CNBC. Todas estas são ótimas razões para prestares muita atenção ao que ele tem a dizer neste episódio do Real AI. Now.

Tal como num grande filme, o nosso objetivo é cativar toda a gente com um excelente primeiro ato. Isso significa abordar brevemente os fundamentos da IA generativa e da produção cinematográfica. A partir daí, tal como disse o Dr. Emmett Brown: «Estradas? Para onde vamos, não precisamos de estradas!» Partimos rumo ao futuro e discutimos qual será o impacto da IA na indústria cinematográfica. E, como seria de esperar, Hollywood, em particular, está sempre no nosso centro das atenções.

Se és um entusiasta do cinema, não vais ter um momento de tédio, porque a conversa aborda temas como quais os empregos que serão afetados, a democratização da produção cinematográfica através da IA ou as consequências dos baixos custos de produção. Não falamos apenas do panorama geral (trocadilho intencional, obviamente), mas também nos focamos um pouco mais em aspetos específicos como a escrita de guiões, a edição, a música e até a representação. O Kevin e o Paulo também aprofundam um pouco mais para analisar as limitações e os preconceitos dos modelos de IA, bem como o que isso pode significar para a qualidade do cinema e para o público. Toda a conversa está repleta de muitos exemplos, e até a Audrey Hepburn tem a gentileza de aparecer para nos ajudar a tornar tudo mais claro para ti.

Se és um entusiasta de tecnologia ou um amante de cinema, e sim… estamos a falar contigo, não te atrevas a perder este. Consegues lidar com a verdade?

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